Dia 17 de maio é considerado o dia da Internet, e ao longo dos anos, vários filmes tentaram nos mostrar em forma de ficção como a internet interfere ou irá interferir nas nossas vidas.
E para mostrar isso, o Blog José Roberto Salgado separou 4 filmes que usam a internet de formas diferentes para ilustrar nosso futuro digital.
1: Hackers – Piratas de Computador (Hackers, 1995)
Lançado em época de disquete e amplamente criticado como idiota, Hackers logo emergiu como um clássico cult da comunidade web. O filme apresenta uma nova, improvável, estilizada e pesada visualização do cyberespaço, e conta com a presença de ninguém menos que Angelina Jolie e Fisher Stevens.
2: Matrix (The Matrix, 1999)
Uma das trilogias mais famosas de todos os tempos, Matrix é realmente sobre a internet?
Com certeza é um épico da ficção científica e um dos primeiros a dizer onde a tecnologia poderia nos levar. Mas onde a internet entra nisso? O papel da internet na Matrix é basicamente traiçoeiro: ela está envolvida numa simulação global de vida apenas para divertir e distrair humanos inconscientes que estão sendo usados para alimentar a rede
Em última análise, o Matrix não seria sobre internet. Ele seria a internet!
3: Startup.com (2001)
Já ouviram falar do “boom” da internet? A bolha no ano 2000? Em Statup.com, os documentaristas Chris Hegedus e Jehane Noujaim capturaram o glorioso crescimento e a surpreendentemente rápida queda de uma empresa fictícia chamada GovWorks.com, de seu início até a implosão. O filme dá aos telespectadores um lugar na sala de reunião durante as sessões de brainstorming da equipe de construção de treinamento e o capital de risco no centro dos negócios no lançamento da web.
4: Ameaça Virtual (AntiTrust, 2001)
Baseado na história do programador Milo Hoffman, o filme é um delírio para os nerds. Ryan Phillippe estrela como um jovem esquisito empregado num grande conglomerado da computação chamado NURV, onde está a beira de completar os sistema de comunicação global Synapse, uma espécie de internet via satélite.
Seu chefe, Gary Winston, cujo personagem é vagamente inspirado em Bill Gates, é CEO da empresa.
A NURV se torna o inferno e seu chefe “fascista monopolista”, interpretado por Tim Robbins, é revelado um assassino em série que não hesita em fazer dos desenvolvedores suas vítimas.













